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10 de maio de 2013

Todos os direitos reservados | All rights reserved

No outro dia passeava-me num desses blogs famosos, com um milhão de seguidores, e li qualquer coisa a proteger os direitos: os conteúdos não devem ser reproduzidos sem autorização expressa do(a) autor(a). Até aqui tudo bem. Mas quando clicava sobre o X para fechar a página questionei: «Conteúdo? Mas que conteúdo?»

On the other day I was fooling around in one of those famous blogs with a million followers, and read something about rights reservation: the content should not be reproduced without expressed permission of the author. So far, so good. But when I clicked on the X to close the page I wondered: «Content? What content?»

3 de maio de 2013

A tua mão na minha | Your hand in mine

Meu caro(a) amigo(a),

Quando passar por mim na rua, se estiver saudoso(a) de me ver, cumprimente-me com um sorriso e escuse estender-me a mão em jeito de «passou bem». Se se sentir impelido(a) a tal, por favor evite-o. Provavelmente, em jeito de cortesia, eu vou estender-lhe a minha mão de volta, mas vou fazê-lo contrariada. E de nada vale tentar conversar comigo, pois eu já não vou ouvir uma palavra; enquanto me detiver, creia que estou a desesperar por encontrar rapidamente uns lavabos onde possa higienizar a minha mão até ao cotovelo. Vou imaginar que a sua andou a tocar em partes recônditas do seu corpo, das quais não tiro qualquer prazer de partilha. Vou cogitar que muito provavelmente se terá detido no trânsito a libertar o seu nariz de mucosidades, e que o fez com o indicador direito, que é sempre o mais utilizado nessa tarefa quotidiana. Vou considerar que poderá ter-se entretido com o(a) seu(sua) parceiro(a) em actividades inusitadas ainda esta manhã, e que não teve sequer tempo para um bom banho. Vou lembrar-me daquele relatório de auditoria ambiental efectuada ao plástico de revestimento do corrimão das escadas rolantes daquele centro comercial, e recordar-me que no mesmo foram identificadas sete qualidades distintas de sémen (e o corrimão tinha sido desinfectado na limpeza das 06h30). Vou matutar na possibilidade de ter transaccionado dinheiro, e cismar que até pode ter cuspido nos dedos para o(a) ajudar a separar as notas. Vou congeminar que provavelmente utilizou aquela esferográfica que aquela repartição pública disponibiliza a todos os contribuintes que lá se dirigem.

Tenho uma imaginação demasiado fértil; e quando o assunto toca as bactérias alheias, a minha capacidade inventiva propaga-se mais do que os microorganismos.

O(a) meu(minha) amigo(a) é quem escolhe onde põe as suas mãos. Por favor permita-me esse livre arbítrio também.

Sem mais de momento, despeço-me com cordiais cumprimentos.
R. del Piño
My dearest friend,

Whenever we meet on the street, even if you’re very pleased to find me, greet me with a smile and excuse yourself from shaking my hand. If you feel compelled to do so, please avoid it. Maybe, in a courtesy gesture, I’ll shake your hand back, but I'll do it unwilling. And it’s not worth to try talking to me, once I’ll not hear a word; while you’re holding me back, please believe I’ll be desperate to find a toilet, in which I can quickly sanitize my hand up to the elbow. I will be imagining that your hand was touching some secluded parts of your body, and I don’t take any pleasure sharing it. I'll think that you may have stopped in traffic to free your nose from mucus, probably with your right index finger, which is always the most used in this everyday task. I will consider that you have been entertained with your partner in unusual activities this morning, and that you probably haven’t washed your hands since. I'll remember that environmental audit report made to the plastic coating of the railing of escalators in that shopping center, and remind that there were identified seven distinct qualities of semen (and the railing had been disinfected in the cleaning at 06.30a.m.). I'll chew over the possibility of you trading money, and think that you could have even spit on your fingers to help separating the bills. I’ll picture you using that pen that that government agency provides to all taxpayers who go there.

I have a fertile imagination, and when it comes to other people’s bacteria, my ingenuity spreads more than microorganisms.

You, my friend, chose where you put your hands. Please also give me the leeway of choosing it.

Yours truly,
R. del Piño

24 de abril de 2013

O que o dinheiro não compra | What money doesn't buy

De nada te serve o banho demorado da manhã, o hidratante de cheiro apetecível, a maquilhagem de griffe, a roupa de marca, o cabelo penteado pelos melhores cabeleireiros, uma casa na praia, outra na cidade, conduzir o último modelo da marca automóvel de topo, jantar fora nos melhores restaurantes, ir às compras à Avenue de Montagne em Paris, comprar uns Louboutin pelo 18º aniversário da tua filha ou matricular o mais pequeno nos melhores colégios privados, se dizes coisas como “ele vai vir”, e nem sequer lavas as mãos quando vais ao quarto-de-banho.

There’s no point taking a long morning bath; using a moisturizer with a desirable smell, expensive make-up and best brand clothes; going to the best hairdressers; having a house on the beach, another one in the city; driving the latest model of the top auto trademark; dining out at top restaurants; shopping in the Avenue de Montagne in Paris; buying a pair of Louboutin for the 18th birthday of your daughter; or enroll your youngest in the best private schools, if you say things like “he will going to come” and not even wash your hands when you go to the bathroom.

10 de abril de 2013

Olá!, eu sou a R. e já sofri duas perdas gestacionais | Hi!, I’m R., and I’ve had two miscarriages

Faz hoje dois meses que, exactamente por esta hora, dei entrada num hospital que ainda me estava cravejado na memória, na pele e nos ossos. Um hospital de onde tinha saído dilacerada e partida ao meio, 72 dias antes, depois de acordar do recobro de uma situação idêntica à que me levara ali naquele dia. A dor já me era familiar. A vontade de morrer também.

Deus, se estás a ouvir os meus pensamentos ou a ler este blog, quero que saibas que já não acredito em Ti. Crê que Te respeitei toda a vida, e que tentei regrar a minha conduta de acordo com os princípios pronunciados pela Tua doutrina. Fui Tua fã e acérrima defensora, contra tudo e contra todos. Às vezes as pessoas diziam-me vacilar na sua fé, e eu tinha sempre uma palavra de conforto em Tua defesa. Agora as pessoas devolvem-me o gesto e dizem que És grande e misericordioso. Para mim isto não passa de uma ideia fantasiada. Treta do pior! Agora sei que andamos todos “cá em baixo” sozinhos, entregues à nossa própria sorte e a um destino incerto. Estou magoada Contigo. Já não quero saber de Te amar. Já não quero saber do Teu catecismo. Já não creio nesse grandioso amor que todos dizem que tens por nós. Queria ter a rede de conforto e a confiança que sempre julguei e acreditei ter.

Se é verdade que nos vais colocando frente a frente com estes infortúnios para nos pores à prova, então admito que falhei redondamente. Tenho uma ferida aberta, exposta, onde se acumula matéria e ódio, impaciência pela Tua criação e total desrespeito para com o curso que escolheste para mim. Desejava estar a agradecer-Te, ao invés de pensar com desprezo no que a vida me reservou. Se o Teu problema é comigo, por que raio roubaste a vida à menina que já vivia no meu ventre há alguns meses? Se é a minha fé que queres medir, por que razão tornaste a segunda vida gerada no meu ventre num mar de sangue? Quantas vidas tens roubado Tu do ventre de outras mulheres? Quantas vidas tens empurrado para o ventre de outras? Vai ser sempre assim? Roubas os filhos das mulheres que os desejam, das mulheres que tornam a simples talha de engravidar na mais majestosa e nobre tarefa das suas vidas, e vais oferecendo um sem número de filhos às mulheres que não os querem, que não os desejam, que nem sequer se esforçam para criar as devidas condições para os receberem? Eu sei que se algum dia tornar a engravidar não vou poder sequer mexer um braço, esticar uma perna ou contorcer o abdómen. Sei que vou estar sempre exposta ao risco. Sei que a vida de um filho no meu ventre vai estar sempre presa por um fio. Mas entretanto vou ouvindo falar de mulheres que se atiram escadas abaixo para perder os frutos do seu ventre, e que ainda assim os mantêm; vou conhecendo cada vez mais casos de mulheres que vendem os seus filhos para superar a crise; vou sabendo que há um sem número de mulheres que não se privam de nada, nem sequer de dar cambalhotas ao 5º mês de gestação, e que dão à luz crianças saudáveis. É a isto que chamas de justiça divina? São as iguais condições que ofereces a todos os Teus filhos? É o amor incondicional que ofereces a todos os elementos da Tua criação?

A vida nunca me deu nada de mão beijada. Os estudos, o trabalho, o dinheiro ao final do mês… foi tudo construído com sangue e suor, e a ter de me esforçar o dobro das outras pessoas. Nunca me resignei e sempre Te estive agradecida por me teres ensinado a dar mais valor ao conquistado. Mas as vidas que não ajudaste a segurar no meu ventre? Essas… essas nunca Te irei perdoar.


At exactly this time, it has been two months since I was admitted in a hospital that was still encrusted in my memory, skin and bones. A hospital where I had left torn apart and split in two only 72 days before, after waking up from an identical situation that brought me there that day. The pain was already familiar. The willingness to die too.
God, if You’re listening to my thoughts or reading this blog, I want You to know that I no longer believe in You. Believe that I’ve always respected You, and that I always tried to regulate my conduct in accordance with the principles pronounced by Thy doctrine. I was always Your fan and a staunch defender, against everything and everyone. Sometimes people would show some lack of faith, and I always had a word of comfort in Thy defense. Now people return me that gesture, saying You’re great and merciful. To me this is just a costume idea. Bulshit! Now I know that we're all "down here" alone, left to our own luck and to an uncertain fate. You’ve hurt me. I don’t want to know anything about loving You. I do not want to know Thy catechism. I no longer believe in this great love that everyone says You have for us. I wanted to have the comfort net and confidence that always believed I had.

If it is true that You put us face to face with these misfortunes to put us to the test, I have to admit I failed miserably. I have an exposed open wound, where anger, substance, impatience for Your creation and total disrespect for the course you have chosen for me are accumulating. I wanted to be thanking Thee, instead of thinking with the contempt about what life has reserved for me. If Your problem is with me, why the hell did you stole the life to the little girl who was living in my belly for a few months? If you wanted to measure my faith, why did You turn the second life I’d generated in my womb into a sea of blood? How many lives have You stolen from the womb of other women? How many lives have You pushed into the womb of others? Will it always be like this? Are You going to keep stealing the children of women who desire them, and offering a countless number of children to the ones that don’t want them? I know that if I ever become pregnant again I won’t even be allowed to move an arm, to stretch a leg or contracting my abdomen. I know I'll always be at risk. I know that the life of a child in my womb will always be hanging by a thread. But in the meantime I'll hear about women who throw themselves down stairs to lose the fruit of their womb, and yet keep them; I'll know more and more cases of women who sell their children to overcome the crisis; I’ll know that there is a countless women who doesn’t deprive themselves of anything, not even somersaulting by the 5th month of pregnancy and giving birth to healthy children. Is this the so-called divine justice? Are these the same conditions that you offer to everyone? Is this the unconditional love that You offer to all elements of your creation?

Life has never given me anything for granted. Studies, work, money at the end of the month… it was all built with blood and sweat, having to push myself twice as many others. I never resigned and I’ve always been grateful about You to teaching me how to give more value to what I’ve conquered. But the lives You didn’t keep in my womb? Those… those I’ll never forgive You.

25 de março de 2013

Comunicado à Nação | Statement to the Nation

Uma vez li que «num blog, o seu autor passa a música que lhe aprouver, e só dança quem quer». Adicione-se isso ao facto de a maioria que tem a sua própria página desejar, efectivamente, encontrar leitores interessados -- porque se fosse para falarmos sozinhos, estávamos a falar para as paredes. Como resultado, apraz-me concluir: se eu escrevo sobre alhos, espero que leiam "os alhos"; e se se sentirem impelidos a comentar, que seja acerca deste característico condimento culinário. A modos que me aborrece escrever sobre "alhos" e receber comentários de "bugalhos". A não leitura do que publicamos no nosso blog é um direito que assiste a todos os que o visitam.

E assim vamos de Umbilicalidades nesta Segunda-feira cinzenta, fria e chuvosa.

I’ve read once that «in a blog, its author provides entertainment through music, and the ones who want it, dance». Add the idea that the ones who have their own page long for interested readers, effectively -- because if we were to talk alone, we were talking to the walls. As a result, I’d please to say: if I write about apples, I hope you read "the apples"; and if someone feels compelled to comment, I hope that it is about this edible fruit. It bothers me writing about "apples" and get comments about "pears". Not reading what we publish on our blog is a right of the ones who visit it.

And that’s all I have to say on this gray, cold and rainy Monday.

20 de março de 2013

O meu ódio de estimação: correcção da concepção | My pet hate: correcting the conception

[O post que se segue pode conter linguagem ofensiva ou susceptível de ferir a sensibilidade do leitor. Por favor, se padece de algum conservadorismo ou amor para com todas as espécies humanas, aconselhamos que não prossiga com a sua leitura. Obrigada.]

Depois deste post ficou instalada a ideia generalizada de que não suporto o meu chefe. Queria corrigir essa concepção errada com que vos deixei.

Ora, se realmente não o suportasse, crêem que era altruísta ao ponto de querer que o senhor estivesse em passeio a toda a hora? Senão, vejamos:

Quando ele me vem chatear com objectivos comerciais ainda por cumprir, penso logo:
«E se fosses dar uma volta ao bilhar grande?»

Quando ele grita comigo de manhã, por chegar a-p-e-n-a-s 5min antes do meu horário de entrada (sim, leram bem, eu disse “antes”!), fico com vontade de indagar:
«Porque é que não vais ver se eu estou na esquina?»

Quando expressa indeléveis mentiras, coisa que acontece com cadência quase diária, apetece-me convidá-lo:
«Vai à fava!»

Quando me proíbe de acender a luz em determinados compartimentos, porque temos de poupar na factura ao final do mês, e eu fico a trabalhar às escuras, vem-me à cabeça:
«E se fosses com o Carvalho?»
(Esta é mais do que reveladora de que tenho em mente apenas o bem: é que para além de querer que o senhor vá dar um passeio, ainda desejo que ele leve companhia; isto de ele andar sozinho é chato.)

Quando manda boquinhas por eu só (leram bem, eu disse “só”!) fazer duas horas extra por dia (coisa para não me ser nunca paga), cogito imediatamente:
«E se fosses abaixo de Braga?»

Quando não autoriza o pagamento de ajudas de custo e me obriga a fazer deslocações de trabalho no meu carro e à borla, só me apraz verbalizar:
«Vais às urtigas!!!»

Quando faz ouvidos moucos aos meus constantes pedidos de transferência de unidade, quase discorro:
«Vai dar uma curva…»

Quando não me permite qualquer livre-arbítrio sobre a decisão do meu calendário de férias, apetece-me logo desejar que se divirta numa festa com inúmeros focos luminosos:
«Vai para o raio que te parta.»

Quando insinua que me há-de proibir de almoçar na cave do edifício, onde não estorvo, nem incomodo ninguém, ganho logo um instinto ternurento e quero muito que ele seja abraçado pela sua mamã:
«Vai para a grandessíssima p%&# que te pariu.»
(Com todo o respeito para a mãe do senhor, claro.)


Ficaram a ler? Por favor não digam que não vos avisei!

I'm sorry, but this post has no translation, once it has to do with portuguese idiomatic expressions. Please come back here later. Thank you .¸¸.*

11 de março de 2013

O meu ódio de estimação | My pet hate


O meu chefe não é só idiota; é um perfeito imbecil.
O meu chefe não é só parvalhão; é um absoluto obtuso.
O meu chefe não é só ignorante; é um total néscio.
O meu chefe não é só pateta; é um completo mentecapto.
O meu chefe não é só tolo; é um totalitário psicótico.
O meu chefe não é só palerma; é um exemplar bipolar.
O meu chefe não é só absurdo; é um digno inepto.
O meu chefe não é só inábil; é um rigoroso incapaz.
O meu chefe não é só contraditório; é um duro ilógico.
O meu chefe não é só bobo; é um cru simplório.
O meu chefe não é só mentiroso; é um severo farsante.
O meu chefe não é só totó; é um sério palhaço.

Dizem que a natureza é perfeita; o meu chefe é a prova viva de que isso não é verdade.


O meu chefe às 8h00 da manhã.
My boss at 8:00 am.

My boss is not only stupid; he is a perfect imbecile.
My boss is not only asshole; he is an absolute obtuse.
My boss is not only ignorant; he is a total fool.
My boss is not only goofy; he is a complete moron.
My boss is not only foolish; he is a totalitarian psycho.
My boss is not only bamboozled; he is a copy bipolar.
My boss is not only absurd; he is a worthy inept.
My boss is not only awkward; he is a rigorous incapable.
My boss is not only contradictory; he is a hard illogical.
My boss is not only silly; is a crude simpleton.
My boss is not only liar; he is a strict fraud.
My boss is not only geek; he is a serious clown.

They say that nature is perfect; my boss is the living proof that this is not true.

10 de março de 2013

Preocupa-me o estado da nação... | I am concerned about the state of the nation...


...e nem sequer é pelo crescente e assustador número de desempregados, pelo constante incremento do défice orçamental, pelo ainda relevante número de analfabetos, ou porque cada vez mais estamos na rota de desastres naturais.

Preocupo-me quando vejo uma notícia que fala de uma menina de 11 anos a dormir ao relento à porta do Pavilhão Atlântico há pelo menos 2 dias, outra de 15 anos que já ostenta 6 tatuagens no corpo por referência ao ídolo, e uma criança de 6 anos que chora como se não houvesse amanhã. Tudo por causa do concerto de Justin Bieber no nosso país.

Senhores pais e mães de crianças / adolescentes / jovens, o que me preocupa é a vossa autêntica desresponsabilização na educação daqueles que virão a ser os nossos profissionais de futuro, quem sabe governantes. Se não sabem mais, instruam-se!


...and it isn't even because of the growing and scary number of unemployers, the constant increase in the budget deficit, the still relevant number of illiterates, or because we are more and more on the route of natural disasters.

I worry when I watch a news story that speaks about an 11 year old girl who is sleeping under dew outside Pavilhão Atlântico for at least 2 days, another 15 year-old girl that already displays six tattoos on her body referring to her idol, and a 6 year-old crying as if there was no tomorrow. All because of Justin Bieber's concert in our country.

Dear dads and mums of children / teenagers / young peoplo, what worries me is your genuine freeing from responsibility when educating those who will be our future professionals, who knows rulers. If you do not know more, educate yourself!

6 de março de 2013

Aquele momento (2) | That moment #2


Translation:
That moment when we feel like calling our boss ignoble because his interpretation of a clean desk assumes the impossibility of having a pencil case on the top of it. 

18 de fevereiro de 2013

Vim aqui dizer que...

É delicioso voltar todo este tempo depois, e passear-me pela blogosfera num exercício de reconhecimento. Mas, a julgar pelo sem número de bloggers que não juntam o “h” ao “á” quando fazem referências existenciais, é evidente que estamos em crise... mas de caracteres. O conteúdo até pode ser interessante, mas doem-me os olhinhos a ler. Peço desculpa aos visados, mas não vos adicionei aos “Favoritos”.

Tenho dito.


This post has no translation, once it has to do with portuguese orthography. Please come back here another time. Thank you .¸¸.*