19 de março de 2013

Dá-me onde ficar, e eu movo a Terra | Give me where to stand and i will move the Earth

Eu sei que tu tens mau feitio. Eu sei que é impossível dialogar contigo quando o FCP perde. Eu sei que nunca vais dizer as palavras certas. Eu sei que tu nunca me vais abraçar. Eu sei que tu nunca vais dizer que me amas. Mas também sei que serei sempre a tua pequinha, e que me amas incondicionalmente, de um jeito que é só teu. Para quem nunca teve um pai, para quem não sabe o que é suposto um progenitor fazer, até julgo que executaste na perfeição a tua tarefa. Na memória ficam as manhãs de Sábado na Quinta da Jana à procura das moedas perdidas na areia; como tu me ensinaste a dançar com os meus pés sobre os teus; a tua extrema disponibilidade para fazer de meu choffeur entre as minhas incessantes actividades na adolescência; as turrinhas que me vinhas pedir quando eu estava já quase a dormir; ou como te orgulhaste sempre em dizer «é a cara da mãe, mas o feitio é do pai».


I know you have a bad temper. I know that it is impossible to chat with you when FCP looses a match. I know that you’ll never say the right words. I know you won’t ever hug me. I know that you will never say you love me. But I also know that I’ll ever be you wittle, and that you love me unconditionally in your own way. For someone who never had a father, who does not know what a parent is supposed to do, I actually think you executed your task perfectly. In the memory I keep the Saturday mornings in Quinta da Jana searching for lost coins in the sand; the way you taught me how to dance with my feet on yours; your extreme availability to drive me around all my incessant activities during my teenage years;  the little head-butts you would request me when I was falling asleep; or the way you always showed pride to say «she’s the spitting image of her mother, but has her father’s temper».

18 de março de 2013

Aquele momento (4) | That moment #4

Translation:
That moment when we're expected at half past eight to be asked who is that portuguese minister, "the one's called  Cyprus", who is going to force the people with money at the banks to give him 10%.

POPs: Produtos Originais Portugueses | POPs: Original Portuguese Products

Na minha vida tentei sempre empregar um cunho pessoal a tudo: fosse na roupa, fosse no cabelo, fosse na mochila da escola ou na cesta da marmita que levo para o trabalho. Gosto da diferença, gosto de arriscar, gosto do ter medo das combinações e gosto que as pessoas reparem nisso, mesmo que seja para dizer que não gostam. Talvez por isso tenha acabado com uma parede azul-petróleo a fazer contraste com uma em tom fúcsia na sala cá de casa, e dois tons de cabelo distinto, nem sequer em jeito de degradé, só porque sim, e porque não gosto de monocromias. Isso, e mais uma série de idiossincrasias que me compõem.
In my life I’ve always tried to input a personal touch to everything: whether in clothes, in my hair, in my school bag or in the basket where I carry the lunch pail to work. I like things that are different, I like to risk it, I like to be afraid and I like that people notice it, even if it is to say they don’t like it. Maybe that's why I turned out having a teal wall contrasting with another in fuchsia in the living-room here at home, and two different shades of hair, even if not layered, just because I want to, and because I don’t like monochromes. That, and some other idiosyncrasies that make up me.

Por essa razão, o conceito de design de parede assenta-me que nem uma luva. Gosto do retro, a fazer lembrar o quarto secular da minha avó, e gosto do moderno, a fazer lembrar a organização e o equilíbrio que tanto anseio encontrar. E se a este conceito pudermos somar aquilo que é mais nosso, tão tradicional como o Azeite Galo e tão nostálgico quanto a nossa geração, então auferimos a combinação perfeita para colorir os nossos dias.
Because of that, the concept of design on walls fits me perfectly. I like the retro, as a reminiscence of my grandmother’s secular room, and I like the modern, reminding me of the organization and balance that I yearn to find. And if we can add to this concept something that is ours, as traditional as Azeite Galo and as nostalgic as our generation, then we get the perfect combination to color up our days.

Por isso, e sem qualquer interesse comercial, gostava de vos dar a conhecer uma pequena empresa jovem e muito dinâmica aqui da praça, que tem chegado muito longe com a criatividade na parede. Eu perco horas a ver as novidades na página deles. Já para não falar das horas que eles tiveram de me aguentar no seu ateliê, porque isso agora na interessa nada. Apetece-me erguer paredes à minha volta para ter espaço para todos os papéis com que me identifico.
Therefore, and without any commercial interest, I’d like to introduce you to a small, young and dynamic company from my city, which has gone far with creativity on the walls. I spend hours looking for the novelties on their website. Not to talk about the hours they had to put up me at their studio, because that doesn’t matter now. I feel like putting up walls around me just to make room for all the wall paper that I identify myself with.

Algumas sugestões da Dezaine de Parede
Some suggestions from Dezaine de Parede

A sua mais recente colecção -- e prestes a tornar-se na minha favorita -- assenta na prerrogativa da típica Casa Portuguesa: os azulejos, as cores, as artes manuais, o Galo de Barcelos, os temas florais, as riscas, os relevos, a pedraria… E tudo mais que nos possamos lembrar.
Their newest collection -- about to become my favourite – is based on the prerogative of the typical Portuguese House: the tiles, the colours, the crafting, the Barcelos Cock, the flower motifs, the stripes, the reliefs, the stones… And everything else we can remember.

Cliquem para ver a reportagem que a RTP passou no passado dia 12 de Março. Avancem a publicidade, primam o “player versão acessível”, vão para o minuto 19.18, e assistam ao talento em forma de grafismo. Já agora, e só a título de curiosidade, enquanto o talento do J. não se torna televisivo, o seu material sim: uma das suas máquinas é protagonista no minuto 21.12.
Click to watch the report that RTP aired on March 12th. Move forward the publicity, click "player versão acessível", go to minute 19.18, and assist to talent in the form of graphics. BTW, just by curiosity, while J.'s talent doesn't become televised, his material gets famous: one of his machines is the main character on minute 21.12.

17 de março de 2013

A nossa primeira vez | Our first time

E a propósito da experiência de ontem, realizações, actos e lanches à parte, fica aqui o registo de alguns momentos. Acima de tudo valeu pela vivência; porque foi um dia diferente, porque disfarçámos todos o nosso amadorismo, e porque dotámos estes momentos da maturidade de verdadeiros profissionais.
Remembering yesterday's experience, directions, acts and brunches aside, here is the register of some moments. Above all, it was woth for the experience; because it was a different day, because we disguised all our amateurism, and because we equiped these moments with the maturity of real professionals.

A Daniela na confirmação do seu talento na interpretação.
Daniela confirming all her talent in acting.

Pormenores da personagem punk.
The punk character details.

Ela representa, ela maquilha... Versatilidades!
She represents, she does the make-up... Versatility!


A diva.
The star.


O cenário perfeito.
The perfect scenery.

«Um dia vais agradecer-me.»
«You'll thank me one day.»

O dia em que ele se afastou | The day he drifted away.

Há 5 anos, neste mesmo dia, dormi -- parte no chão, parte num banco frio -- no aeroporto de Schiphol, em Amesterdão. Curiosamente tinha deixado para trás um quarto de hotel em Utrecht: confortável, previamente reservado, previamente pago, com lençóis frescos e cobertores aconchegantes. E apesar de o regresso a casa estar marcado para o dia seguinte, havendo já bilhete de avião pago, dormi no aeroporto de modo a convencer a TAP de que realmente necessitava de um lugar num voo naquela manhã, que não queria saber do voo mais tarde, nem do dinheiro do bilhete que eles não me iriam restituir. Eu tinha de voltar. Queria estar onde eu pertencia, junto daqueles que me queriam. Uma noite mal dormida, 8h debaixo de um frio descomunal e €600,00 à frente, a maior companhia de linha aérea de Portugal estava convencida de que as minhas lágrimas eram verdadeiras, e estava a disposta a pôr-me em solo português o mais brevemente possível. Uma hospedeira chegou junto de mim, acarinhou-me o ombro para me despertar, e disse: «está na hora da sua partida». E eu vim. Deixei para trás os amigos com quem tinha viajado, e fiz o percurso sozinha. Talvez a palavra se tenha espalhado, pois só assim se justifica a contagiante simpatia com que fui brindada por toda a tripulação. Sem que o pedisse, ofereceram-me almofada e cobertor. «Está com um ar cansado», diziam. E eu mal esperava por chegar a casa. Cinco horas depois estava a abraçar a minha família. Estava a abraçar todos os membros que mais amo, excepto um. Ele estava num caixão aberto, com funeral adiado para aguardar o meu regresso, e à espera que eu o beijasse derradeiramente. Eu cheguei, abracei-o, beijei-o na testa, disse-lhe “obrigada”, limpei-lhe o rosto com as minhas lágrimas e tapei-o com uma espécie de véu branco. O caixão fechou-se. O seu corpo ficou debaixo de terra; mas a sua imagem, os seus ensinamentos, o seu amor incondicional, o seu carinho, as suas palavras de conforto, as suas mãos fortes, as suas unhas impecavelmente limpas, as bochechas continuamente perfumadas, a roupa perfeitamente asseada e sem vincos e as memórias de quase 3 décadas de convivência frequente, esses… esses ninguém mos tira. Se o Céu existe, não tenho dúvidas que é lá que estás, Vozinho, e isso inspira-me a ser melhor pessoa, para mais tarde vir a encontrar um espaço eterno ao teu lado.


5 years ago, on this same day, I slept -- partially on the floor, partially on a cold bench -- at Schiphol airport, in Amsterdam. Curiously I had left behind a hotel room in Utrecht: comfortable, previously booked, previously paid, with fresh sheets and comfy blankets. And despite having my return on next day’s agenda, even having the plane ticket paid, I’ve slept at the airport to convince TAP that I really needed a place in a flight on that morning, that I didn’t care about the later flight, nor the ticket money they would not reimburse me. I had to come back. I wanted to be where I belonged, together with the ones that wanted me. A bad night’s sleep, 8 hours under a huge cold and €600,00 later, the largest airline company in Portugal was convinced that my tears were real, and it was willing to put me on Portuguese soil as soon as possible. A hostess came near me, caressed my shoulder to wake me up, and said: «it’s time for you to go». And I came. I’ve left behind the friends with whom I’ve traveled, and I’ve done this journey alone. Maybe the word had been spread, because only this justifies the contagious friendliness with which I was offered by the whole crew. Without requesting it, they gave me a pillow and a blanket. «You look tired», they said. And I was hardly waiting to get home. Five hours later I was hugging my family. I was hugging all the relatives I love, except one. He was in and open casket, with a postponed funeral, waiting for my return, waiting for me to kiss him for the last time. I arrived, hugged him, kiss him on his forehead, said «thank you», cleaned his face with my tears and I covered him with a kind of a white veil. The coffin was closed. His body stayed beneath earth; but his image, his teachings, his unconditional love, his kindness, his words of comfort, his strong hands, his impeccably clean nails, his continuously fragrant cheeks, his clothes perfectly cleaned and without creases and the memories of almost three decades of frequently coexistence, those... those cannot be taken away from me. If Heaven really exists, I have no doubts that you’re there, Grandpa, and that inspires me to be a better person, for me to find later a timeless place next to you.

16 de março de 2013

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades | Times change, wills move

...dizia Camões. E é isto que me vem à mente para iniciar o que aqui vos queria contar. E eu conto: nas minhas primeiras viagens com o J. eu agia qual japonês de máquina fotográfica em riste a retratar as pedras da calçada, as esquinas dos edifícios e os pombos nos bebedouros (como se não houvesse calçada, esquinas ou pombos no nosso cantinho à beira-mar plantado). E ele, para além de aborrecer-se imenso com a minha demora, não evitava uma torcida de nariz sempre que eu lhe pedia para me tirar uma fotografia (o que acontecia com muita cadência, admitamos -- «Olha a Torre Eiffel.» Tira foto. «Olha um tobogã!» Tira foto. «Olha a Casa Milà.» Tira foto.)

Talvez tenha sido por esta minha obsessão. Talvez seja sintoma contagioso. Ou talvez nada disto. Mas a verdade é que o J. um dia decidiu: «se é para fazer fotografia, então que seja a sério». Investiu em material, investiu em alguma formação, e lançou-se à produção de imagens.

E agora vos digo: cuidado com aquilo que desejam. Porque eu almejei que ele não se mostrasse tão fastidioso quando eu lhe pedia para me retratar (porque o meu sorriso reage a estímulos), e quando dei por mim estava a ser alvo de milhares centenas de fotografias e a desesperar: «já chega, J.», «estou cansada», «já me doem os maxilares de tanto sorrir», «por favor pára», «já estás a exagerar», «não sejas chato», «olha, vou-me embora, sim?». E a verdade é que ele desenvolveu um inquestionável engenho, mostrou uma verdadeira aptidão, e ainda agora começou.

E sim, podem considerar-me suspeita a bradar acerca do seu talento. Eu suspeitaria. Mas pelos vistos a opinião é partilhada por uns quantos entendidos, pois no outro dia nós fomos ele foi surpreendido por um convite inusitado.

Então este dia vai ser passado na execução do objecto do convite: entre produção, maquilhagem, guarda-roupa, cenários, cenas e actores (um mais amador do que outra). O J. vai fazer a sua primeira realização cinematográfica. É certo que é apenas a de uma ínfima parte de uma longa-metragem, mas que importa? Uma casa não se constrói do tecto.

J. na mira da minha objectiva.
J. under the sight of my lens.

…said Camões. And this is what comes to my mind to kick off what I wanted to tell you about. And I’ll tell you: during my first trips with J. I acted as Japanese with my camera poised to portray cobblestones, buildings corners and pigeons in drinkers (as if there weren’t sidewalks, corners or pigeons in our little country planted on beachfront). And J., besides getting bored with my delay, he wouldn’t avoid twisting his nose whenever I asked him to photograph me (what happened too often, let’s admit it -- «Look, there’s Eiffel Tower.» Take a photograph. «Look, there’s a toboggan.» Take a photograph. «Look, there’s Milà House.» Take a photograph.)

Maybe it was because of this obsession. Maybe this symptom is contagious. Or maybe because none of this. But the truth is J. once decided: «if the purpose is to shoot, then you shall shoot perfectly». He invested in material, invested in his education, and he tossed himself to image production.

And now I tell you: be careful what you wish for. Because I wished that he wouldn’t show himself so fastidious when I asked him to take photographs to me (because my smile reacts to spur), and then I found myself being the target of thousands hundreds of photographs and despairing: «it’s enough, J.», «I’m tired», «my jaws already hurt because of smiling so much», «please stop», «you’re over reacting», «don’t be so boring», «look, I’m going away now, ok?». And the truth is that he developed an unquestionable ingenuity, showed a true ability, and he has just started.

And yes, you may consider myself suspect when crying out about his talent. I’d suspect it. But apparently my opinion is shared by some connoisseurs; because on the other day we were he was surprised by an unusual invitation.

So we are going to spend this day executing the object of the invitation: between productions, make-up, costumes, sceneries, scenes and actors (one more amateur than other). J. is going to make his first filmmaking. Admittedly, it is only a tiny part of a feature film, but who cares? A house is not built from the ceiling.

15 de março de 2013

1º Mesiversário do Umbilicalidades da R. | 1st Monthaversary of Umbilicalidades da R.

Há um mês apregoei que o dia 15 era um excelente dia parafazer “nascer” um blog. Ainda não tem 30 dias, e o Umbilicalidades da R. já tem tantas coisas. Tantas coisas de mim, mas sobretudo tantas coisas de vós. Publiquei 36 mensagens (umas com mais conteúdo do que outras). Recebi para lá de 2.000 visitas (assumamos que as restantes centenas foram minhas em busca de novos comentários, novos seguidores, novas interacções), e ganhei 20 seguidores. Diverti-me em busca de blogs com que me identifico, e fiquei feliz a cada comentário de simpatia, de identificação e de reconhecimento que recebi.

Aos que vieram e não voltaram, aos que ainda estão para vir, mas sobretudo aos que vieram e ficaram, o-b-r-i-g-a-d-a.

1º Mesiversário do Umbilicalidades da R.
1st Monthaversary of Umbilicalidades da R.

A month ago I cried out that the 15th day was an excellent day to “give birth”to a blog. It still isn’t 30 days old, and Umbilicalidades da R. has already lots of things. So many things of me, but especially so many things from you. I published 36 messages (some with more content than others). I received more than 2.000 visits (I assume that the remaining are from me searching for new comments, new followers, new interactions), and I gained 20 followers. I had fun searching for blogs with which I identify myself, and I got happy at every comment of affection, identification and recognition.

To the ones who came here and did not return, to the ones that hadn’t come yet, but above all to the ones that came and stayed here, t-h-a-n-k-y-o-u.

14 de março de 2013

Certezas e orgasmos | Certainties and orgasms

Há uns anos atrás, nessa pérola da literatura do povo que é a Revista Maria (“A sua melhor amiga”, como apregoam) li a resposta a uma dúvida colocada por uma qualquer jovem, não casta, mas inocente: ela contava um episódio que se teria passado entre ela e o namorado, dizia que tinha sentido uma espécie de tremuras quando brincava às casinhas com ele, e indagava se tinha tido um orgasmo. O(a) psicólogo(a) da revista, esse supra-sumo da sabedoria, ciência e instrução, terá respondido simplesmente: «no dia em que tiver um orgasmo vai saber; não vai ficar com qualquer dúvida».

Hoje dei comigo a recordar este pedaço de leitura que tanto aprecio, e pensei «quão simples seria se tudo na vida fosse assim?». Porque tenho vindo a esquadrinhar com dúvida:

Quando é que sabemos que alguma coisa já deu o que tinha a dar?


A few years ago, in this literature pearl that Maria¹ is (“Your best friend”, they say), I read the answer to the question posed by a young girl, not caste, but innocent: she was telling about an episode between her and her boyfriend, said she felt a kind of shakiness when they were playing doctors with each other, and was wondering if what she felt was an orgasm. The psychologist of the magazine, the pinnacle of wisdom, science and education, answered with simplicity: «you’ll know when you have an orgasm; you won’t have doubts at all».

Today I found myself remembering this piece of reading I appreciate so much, and I thought «how simple it would be if everything in life was like this». Because I have been marveling with doubt:

When do we know that something has already given you what it had to give?

_______________________
¹ Maria is a generic Portuguese magazine aiming its content especially to women.

13 de março de 2013

Será que alguém adivinhou? | Did anyone guess it?

E a propósito da adivinha lançada...
And on the purpose of the tossed riddle...


...o Diogo e a Audrey apostaram em Rita.
...Diogo and Audrey bet on Rita.

Ficava bem, é certo.
It would look good, certainly.

A Laura arriscou primeiro com Romance, mas corrigiu mais tarde para Rosa.
Laura ventured first with Romance, but later she corrected to Rosa.

Eu sou realmente uma flor, mas...
I'm definitely a flower, but...

A Gata e a Wallis arriscaram com Raquel.
Gata and Wallis risked in Raquel.

Também calhava bem.
It would also fit well.

A Wallis, ainda indecisa, jogou também com Rute.
Wallis, still unsure, played also in Rute.

Oh dear, não gosto nem um bocadinho!
Oh dear, I don't like it at all!

A Marafada pleiteou com Realizada.
Marafada pleaded with Realizada.

É uma boa hipótese, mas duvido que algum dia esta hipótese seja contextualizada.
It is a good shot, but I doubt that someday this hypothesis gains context.

Se é para jogar, então lançam-se vários trunfos. Foi o que fez a Ana : defendeu Ricarda, Roberta e Rapunzel.
If the purpose is to play, so you must handle various trumps. That’s what Ana  did: she defended Ricarda, Roberta and Rapunzel.

Não jogo voleibol, nem sou brasileira. :-)
I don't play voleyball, and I'm not brazilian. :-)

Com amigas assim, Ana... ;-)
With friends like that, Ana... ;-)

Não me importava pelo cabelão.
I wouldn't mind because of the long hair.

O Icetruckkiller [gosto do alter-ego, mas assassino por assassino, prefiro o Trinity], defendeu Rafa de Rafaela.
Icetruckkiller [I like the alter-ego, but killer by killer, I prefer Trinity], defended Rafa of Rafaela.

Cá em casa há uma Rafa, mas não sou eu. Vê-a aqui.
Here at home there's a Rafa, but I'm not it. See her here.

A a.i. ficou indecisa e decidiu não jogar.
A.i. stuck in doubt and decided not to play.

Vamos jogar às adivinhas? | Let's riddle!



R. stands for?