18 de março de 2013
POPs: Produtos Originais Portugueses | POPs: Original Portuguese Products
Na minha vida tentei sempre empregar um cunho pessoal a tudo: fosse na roupa, fosse no cabelo, fosse na mochila da escola ou na cesta da marmita que levo para o trabalho. Gosto da diferença, gosto de arriscar, gosto do ter medo das combinações e gosto que as pessoas reparem nisso, mesmo que seja para dizer que não gostam. Talvez por isso tenha acabado com uma parede azul-petróleo a fazer contraste com uma em tom fúcsia na sala cá de casa, e dois tons de cabelo distinto, nem sequer em jeito de degradé, só porque sim, e porque não gosto de monocromias. Isso, e mais uma série de idiossincrasias que me compõem.
In my life I’ve always tried to input a
personal touch to everything: whether in clothes, in my hair, in my school bag
or in the basket where I carry the lunch pail to work. I like things that are
different, I like to risk it, I like to be afraid and I like that people notice
it, even if it is to say they don’t like it. Maybe that's why I turned out
having a teal wall contrasting with another in fuchsia in the living-room here at
home, and two different shades of hair, even if not layered, just because I want
to, and because I don’t like monochromes. That, and some other idiosyncrasies
that make up me.
Por essa razão, o conceito de design de parede assenta-me que nem uma luva. Gosto do retro, a fazer lembrar o quarto secular da minha avó, e gosto do moderno, a fazer lembrar a organização e o equilíbrio que tanto anseio encontrar. E se a este conceito pudermos somar aquilo que é mais nosso, tão tradicional como o Azeite Galo e tão nostálgico quanto a nossa geração, então auferimos a combinação perfeita para colorir os nossos dias.
Because of that, the concept of design on walls fits me perfectly. I like the retro, as a reminiscence of my grandmother’s secular room, and I like the modern, reminding me of the organization and balance that I yearn to find. And if we can add to this concept something that is ours, as traditional as Azeite Galo and as nostalgic as our generation, then we get the perfect combination to color up our days.
Por isso, e sem qualquer interesse comercial, gostava de vos dar a conhecer uma pequena empresa jovem e muito dinâmica aqui da praça, que tem chegado muito longe com a criatividade na parede. Eu perco horas a ver as novidades na página deles. Já para não falar das horas que eles tiveram de me aguentar no seu ateliê, porque isso agora na interessa nada. Apetece-me erguer paredes à minha volta para ter espaço para todos os papéis com que me identifico.
Therefore, and without any commercial interest, I’d like to introduce you to a small, young and dynamic company from my city, which has gone far with creativity on the walls. I spend hours looking for the novelties on their website. Not to talk about the hours they had to put up me at their studio, because that doesn’t matter now. I feel like putting up walls around me just to make room for all the wall paper that I identify myself with.
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| Algumas sugestões da Dezaine de Parede Some suggestions from Dezaine de Parede |
A sua mais recente colecção -- e prestes a tornar-se na minha favorita -- assenta na prerrogativa da típica Casa Portuguesa: os azulejos, as cores, as artes manuais, o Galo de Barcelos, os temas florais, as riscas, os relevos, a pedraria… E tudo mais que nos possamos lembrar.
Their newest collection -- about to become my favourite – is based on the prerogative of the typical Portuguese House: the tiles, the colours, the crafting, the Barcelos Cock, the flower motifs, the stripes, the reliefs, the stones… And everything else we can remember.
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| Cliquem para ver a reportagem que a RTP passou no passado dia 12 de Março. Avancem a publicidade, primam o “player versão acessível”, vão para o minuto 19.18, e assistam ao talento em forma de grafismo. Já agora, e só a título de curiosidade, enquanto o talento do J. não se torna televisivo, o seu material sim: uma das suas máquinas é protagonista no minuto 21.12. Click to watch the report that RTP aired on March 12th. Move forward the publicity, click "player versão acessível", go to minute 19.18, and assist to talent in the form of graphics. BTW, just by curiosity, while J.'s talent doesn't become televised, his material gets famous: one of his machines is the main character on minute 21.12. |
17 de março de 2013
A nossa primeira vez | Our first time
E a propósito da experiência de ontem, realizações, actos e lanches à parte, fica aqui o registo de alguns momentos. Acima de tudo valeu pela vivência; porque foi um dia diferente, porque disfarçámos todos o nosso amadorismo, e porque dotámos estes momentos da maturidade de verdadeiros profissionais.
Remembering yesterday's experience, directions, acts and brunches aside, here is the register of some moments. Above all, it was woth for the experience; because it was a different day, because we disguised all our amateurism, and because we equiped these moments with the maturity of real professionals.
Remembering yesterday's experience, directions, acts and brunches aside, here is the register of some moments. Above all, it was woth for the experience; because it was a different day, because we disguised all our amateurism, and because we equiped these moments with the maturity of real professionals.
| A Daniela na confirmação do seu talento na interpretação. Daniela confirming all her talent in acting. |
| Pormenores da personagem punk. The punk character details. |
| Ela representa, ela maquilha... Versatilidades! She represents, she does the make-up... Versatility! |
| A diva. The star. |
| O cenário perfeito. The perfect scenery. |
| «Um dia vais agradecer-me.» «You'll thank me one day.» |
O dia em que ele se afastou | The day he drifted away.
Há 5 anos, neste mesmo dia, dormi -- parte no chão, parte num banco frio -- no aeroporto de Schiphol, em Amesterdão. Curiosamente tinha deixado para trás um quarto de hotel em Utrecht: confortável, previamente reservado, previamente pago, com lençóis frescos e cobertores aconchegantes. E apesar de o regresso a casa estar marcado para o dia seguinte, havendo já bilhete de avião pago, dormi no aeroporto de modo a convencer a TAP de que realmente necessitava de um lugar num voo naquela manhã, que não queria saber do voo mais tarde, nem do dinheiro do bilhete que eles não me iriam restituir. Eu tinha de voltar. Queria estar onde eu pertencia, junto daqueles que me queriam. Uma noite mal dormida, 8h debaixo de um frio descomunal e €600,00 à frente, a maior companhia de linha aérea de Portugal estava convencida de que as minhas lágrimas eram verdadeiras, e estava a disposta a pôr-me em solo português o mais brevemente possível. Uma hospedeira chegou junto de mim, acarinhou-me o ombro para me despertar, e disse: «está na hora da sua partida». E eu vim. Deixei para trás os amigos com quem tinha viajado, e fiz o percurso sozinha. Talvez a palavra se tenha espalhado, pois só assim se justifica a contagiante simpatia com que fui brindada por toda a tripulação. Sem que o pedisse, ofereceram-me almofada e cobertor. «Está com um ar cansado», diziam. E eu mal esperava por chegar a casa. Cinco horas depois estava a abraçar a minha família. Estava a abraçar todos os membros que mais amo, excepto um. Ele estava num caixão aberto, com funeral adiado para aguardar o meu regresso, e à espera que eu o beijasse derradeiramente. Eu cheguei, abracei-o, beijei-o na testa, disse-lhe “obrigada”, limpei-lhe o rosto com as minhas lágrimas e tapei-o com uma espécie de véu branco. O caixão fechou-se. O seu corpo ficou debaixo de terra; mas a sua imagem, os seus ensinamentos, o seu amor incondicional, o seu carinho, as suas palavras de conforto, as suas mãos fortes, as suas unhas impecavelmente limpas, as bochechas continuamente perfumadas, a roupa perfeitamente asseada e sem vincos e as memórias de quase 3 décadas de convivência frequente, esses… esses ninguém mos tira. Se o Céu existe, não tenho dúvidas que é lá que estás, Vozinho, e isso inspira-me a ser melhor pessoa, para mais tarde vir a encontrar um espaço eterno ao teu lado.
5 years ago, on this same day, I slept -- partially on the floor, partially on a cold bench -- at Schiphol airport, in Amsterdam. Curiously I had left behind a hotel room in Utrecht: comfortable, previously booked, previously paid, with fresh sheets and comfy blankets. And despite having my return on next day’s agenda, even having the plane ticket paid, I’ve slept at the airport to convince TAP that I really needed a place in a flight on that morning, that I didn’t care about the later flight, nor the ticket money they would not reimburse me. I had to come back. I wanted to be where I belonged, together with the ones that wanted me. A bad night’s sleep, 8 hours under a huge cold and €600,00 later, the largest airline company in Portugal was convinced that my tears were real, and it was willing to put me on Portuguese soil as soon as possible. A hostess came near me, caressed my shoulder to wake me up, and said: «it’s time for you to go». And I came. I’ve left behind the friends with whom I’ve traveled, and I’ve done this journey alone. Maybe the word had been spread, because only this justifies the contagious friendliness with which I was offered by the whole crew. Without requesting it, they gave me a pillow and a blanket. «You look tired», they said. And I was hardly waiting to get home. Five hours later I was hugging my family. I was hugging all the relatives I love, except one. He was in and open casket, with a postponed funeral, waiting for my return, waiting for me to kiss him for the last time. I arrived, hugged him, kiss him on his forehead, said «thank you», cleaned his face with my tears and I covered him with a kind of a white veil. The coffin was closed. His body stayed beneath earth; but his image, his teachings, his unconditional love, his kindness, his words of comfort, his strong hands, his impeccably clean nails, his continuously fragrant cheeks, his clothes perfectly cleaned and without creases and the memories of almost three decades of frequently coexistence, those... those cannot be taken away from me. If Heaven really exists, I have no doubts that you’re there, Grandpa, and that inspires me to be a better person, for me to find later a timeless place next to you.
16 de março de 2013
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades | Times change, wills move
...dizia Camões. E é
isto que me vem à mente para iniciar o que aqui vos queria contar. E eu conto:
nas minhas primeiras viagens com o J. eu agia qual japonês de máquina
fotográfica em riste a retratar as pedras da calçada, as esquinas dos
edifícios e os pombos nos bebedouros (como se não houvesse calçada, esquinas ou
pombos no nosso cantinho à beira-mar plantado). E ele, para além de
aborrecer-se imenso com a minha demora, não evitava uma torcida de nariz sempre
que eu lhe pedia para me tirar uma fotografia (o que acontecia com muita cadência,
admitamos -- «Olha a Torre Eiffel.» Tira foto. «Olha um tobogã!» Tira foto. «Olha
a Casa Milà.» Tira foto.)
Talvez tenha sido por esta minha obsessão. Talvez seja
sintoma contagioso. Ou talvez nada disto. Mas a verdade é que o J. um dia
decidiu: «se é para fazer fotografia, então que seja a sério». Investiu em
material, investiu em alguma formação, e lançou-se à produção de imagens.
E agora vos digo: cuidado com aquilo que desejam. Porque eu almejei
que ele não se mostrasse tão fastidioso quando eu lhe pedia para me retratar (porque
o meu sorriso reage a estímulos), e quando dei por mim estava a ser alvo de milhares
centenas de fotografias e a desesperar: «já chega, J.», «estou cansada», «já me
doem os maxilares de tanto sorrir», «por favor pára», «já estás a exagerar»,
«não sejas chato», «olha, vou-me embora, sim?». E a verdade é que ele desenvolveu um inquestionável engenho, mostrou uma verdadeira aptidão, e ainda
agora começou.
E sim, podem considerar-me suspeita a bradar acerca do seu
talento. Eu suspeitaria. Mas pelos vistos a opinião é partilhada por uns
quantos entendidos, pois no outro dia nós fomos ele foi surpreendido por
um convite inusitado.
Então este dia vai ser passado na execução do objecto do
convite: entre produção, maquilhagem, guarda-roupa, cenários, cenas e actores
(um mais amador do que outra). O J. vai fazer a sua primeira realização cinematográfica. É certo
que é apenas a de uma ínfima parte de uma longa-metragem, mas que importa? Uma casa
não se constrói do tecto.
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| J. na mira da minha objectiva. J. under the sight of my lens. |
…said Camões. And this is what comes to my mind to kick
off what I wanted to tell you about. And I’ll tell you: during my first trips
with J. I acted as Japanese with my camera poised to portray cobblestones,
buildings corners and pigeons in drinkers (as if there weren’t sidewalks,
corners or pigeons in our little country planted on beachfront). And J.,
besides getting bored with my delay, he wouldn’t avoid twisting his nose
whenever I asked him to photograph me (what happened too often, let’s admit it
-- «Look, there’s Eiffel Tower.» Take a photograph. «Look, there’s a toboggan.» Take a photograph. «Look,
there’s Milà House.» Take a photograph.)
Maybe it was because of this obsession. Maybe this symptom
is contagious. Or maybe because none of this. But the truth is
J. once decided: «if the purpose is to shoot, then you shall shoot perfectly». He
invested in material, invested in his education, and he tossed himself to image
production.
And now I tell you: be careful what you wish for. Because
I wished that he wouldn’t show himself so fastidious when I asked him to take
photographs to me (because my smile reacts to spur), and then I found myself
being the target of thousands hundreds of photographs and despairing:
«it’s enough, J.», «I’m tired», «my jaws already hurt because of smiling so
much», «please stop», «you’re over reacting», «don’t be so boring», «look, I’m going
away now, ok?». And the truth is that he developed an unquestionable ingenuity,
showed a true ability, and he has just started.
And yes, you may consider myself suspect when crying
out about his talent. I’d suspect it. But apparently my opinion is shared by
some connoisseurs; because on the other day we were he was surprised by
an unusual invitation.
So we are going to spend this day executing the object
of the invitation: between productions, make-up, costumes, sceneries, scenes
and actors (one more amateur than other). J. is going to make his first
filmmaking. Admittedly, it is only a tiny part of a feature film, but who
cares? A house is not built from the ceiling.
15 de março de 2013
1º Mesiversário do Umbilicalidades da R. | 1st Monthaversary of Umbilicalidades da R.
Há um mês apregoei que o dia 15 era um excelente dia parafazer “nascer” um blog. Ainda não tem 30 dias, e o Umbilicalidades da R. já tem
tantas coisas. Tantas coisas de mim, mas sobretudo tantas coisas de vós. Publiquei
36 mensagens (umas com mais conteúdo do que outras). Recebi para lá de 2.000
visitas (assumamos que as restantes centenas foram minhas em busca de novos
comentários, novos seguidores, novas interacções), e ganhei 20 seguidores. Diverti-me
em busca de blogs com que me identifico, e fiquei feliz a cada comentário de
simpatia, de identificação e de reconhecimento que recebi.
Aos que vieram e não voltaram, aos que ainda estão para vir,
mas sobretudo aos que vieram e ficaram, o-b-r-i-g-a-d-a.
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| 1º Mesiversário do Umbilicalidades da R.
1st Monthaversary of Umbilicalidades da R.
|
A month ago I cried out that the 15th day was an excellent day to “give birth”to a blog. It still isn’t 30 days old, and Umbilicalidades da R. has already
lots of things. So many things of me, but especially so many things from you. I
published 36 messages (some with more content than others). I received more
than 2.000 visits (I assume that the remaining are from me searching for new
comments, new followers, new interactions), and I gained 20 followers. I had
fun searching for blogs with which I identify myself, and I got happy at every
comment of affection, identification and recognition.
To the ones
who came here and did not return, to the ones that hadn’t come yet, but above
all to the ones that came and stayed here, t-h-a-n-k-y-o-u.
14 de março de 2013
Certezas e orgasmos | Certainties and orgasms
Há uns anos atrás, nessa pérola da literatura do povo que é
a Revista Maria (“A sua melhor amiga”, como apregoam) li a resposta a uma dúvida
colocada por uma qualquer jovem, não casta, mas inocente: ela contava um episódio
que se teria passado entre ela e o namorado, dizia que tinha sentido uma
espécie de tremuras quando brincava às casinhas com ele, e indagava se tinha
tido um orgasmo. O(a) psicólogo(a) da revista, esse supra-sumo da sabedoria, ciência
e instrução, terá respondido simplesmente: «no dia em que tiver um orgasmo vai
saber; não vai ficar com qualquer dúvida».
Hoje dei comigo a recordar este pedaço de leitura que tanto aprecio, e pensei «quão simples seria se tudo na vida fosse assim?». Porque tenho vindo a esquadrinhar com dúvida:
Hoje dei comigo a recordar este pedaço de leitura que tanto aprecio, e pensei «quão simples seria se tudo na vida fosse assim?». Porque tenho vindo a esquadrinhar com dúvida:
Quando é que sabemos que alguma coisa já deu o que tinha a
dar?
A few years
ago, in this literature pearl that Maria¹ is (“Your best friend”, they say), I read
the answer to the question posed by a young girl, not caste, but innocent: she
was telling about an episode between her and her boyfriend, said she felt a
kind of shakiness when they were playing doctors with each other, and was
wondering if what she felt was an orgasm. The psychologist of the magazine, the
pinnacle of wisdom, science and education, answered with simplicity: «you’ll
know when you have an orgasm; you won’t have doubts at all».
Today I
found myself remembering this piece of reading I appreciate so much, and I
thought «how simple it would be if everything in life was like this». Because I have been marveling with doubt:
When do we
know that something has already given you what it had to give?
_______________________
¹ Maria is a generic Portuguese magazine aiming its content especially to women.
¹ Maria is a generic Portuguese magazine aiming its content especially to women.
13 de março de 2013
Será que alguém adivinhou? | Did anyone guess it?
E a propósito da adivinha lançada...
And on the purpose of the tossed riddle...
...Diogo and
Audrey bet on Rita.
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| Ficava bem, é certo. It would look good, certainly. |
A Laura arriscou primeiro com Romance, mas corrigiu mais
tarde para Rosa.
Laura
ventured first with Romance, but later she corrected to Rosa.
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| Eu sou realmente uma flor, mas... I'm definitely a flower, but... |
Gata and
Wallis risked in Raquel.
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| Também calhava bem. It would also fit well. |
A Wallis, ainda indecisa, jogou também com Rute.
Wallis,
still unsure, played also in Rute.
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| Oh dear, não gosto nem um bocadinho! Oh dear, I don't like it at all! |
A Marafada pleiteou com Realizada.
Marafada pleaded with Realizada.
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| É uma boa hipótese, mas duvido que algum dia esta hipótese seja contextualizada. It is a good shot, but I doubt that someday this hypothesis gains context. |
Se é para jogar, então lançam-se vários trunfos. Foi o que
fez a Ana ✈: defendeu Ricarda, Roberta e Rapunzel.
If the
purpose is to play, so you must handle various trumps. That’s what Ana ✈ did: she
defended Ricarda, Roberta and Rapunzel.
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| Não jogo voleibol, nem sou brasileira. :-) I don't play voleyball, and I'm not brazilian. :-) |
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| Com amigas assim, Ana... ;-) With friends like that, Ana... ;-) |
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| Não me importava pelo cabelão. I wouldn't mind because of the long hair. |
O Icetruckkiller [gosto do alter-ego, mas assassino por
assassino, prefiro o Trinity], defendeu Rafa de Rafaela.
Icetruckkiller
[I like the alter-ego, but killer by killer, I prefer Trinity], defended Rafa
of Rafaela.
![]() |
| Cá em casa há uma Rafa, mas não sou eu. Vê-a aqui. Here at home there's a Rafa, but I'm not it. See her here. |
A a.i. ficou indecisa e decidiu não jogar.
A.i. stuck in
doubt and decided not to play.
12 de março de 2013
Aquele momento (3) | That moment #3
This post has no translation, once it has to do with portuguese orthography. Please come back here another time. Thank you .¸¸.*
11 de março de 2013
Umbilicalidades ou...
Ontem ouvi o J. emitir uma sonora gargalhada. Ele não é de riso assim tão fácil, por isso apressei-me a saber o motivo do júbilo: aconteceu, portanto, que ele quis visitar este blog, e googlou “Umbilicalidades da R”. E o que é que o Google retorquiu de imediato?
| Clica para aumentar. Click to enlarge. |
Não pude evitar rir efusivamente também. E pensei: «É!, às vezes não passa realmente disso mesmo».
This post has no translation, once it has to do with portuguese orthography. Please come back here another time. Thank you .¸¸.*
This post has no translation, once it has to do with portuguese orthography. Please come back here another time. Thank you .¸¸.*
O meu ódio de estimação | My pet hate
O meu chefe não é só idiota; é um perfeito imbecil.
O meu chefe não é só parvalhão; é um absoluto obtuso.
O meu chefe não é só ignorante; é um total néscio.
O meu chefe não é só pateta; é um completo mentecapto.
O meu chefe não é só tolo; é um totalitário psicótico.
O meu chefe não é só palerma; é um
exemplar bipolar.
O meu chefe não é só absurdo; é um
digno inepto.
O meu chefe não é só inábil; é um
rigoroso incapaz.
O meu chefe não é só
contraditório; é um duro ilógico.
O meu chefe não é só bobo; é um
cru simplório.
O meu chefe não é só mentiroso; é
um severo farsante.
O meu chefe não é só totó; é um
sério palhaço.
Dizem que a natureza é perfeita; o
meu chefe é a prova viva de que isso não é verdade.
![]() |
| O meu chefe às 8h00 da manhã. My boss at 8:00 am. |
My boss is not only stupid; he is a perfect imbecile.
My boss is
not only asshole; he is an absolute obtuse.
My boss is
not only ignorant; he is a total fool.
My boss is
not only goofy; he is a complete moron.
My boss is
not only foolish; he is a totalitarian psycho.
My boss is
not only bamboozled; he is a copy bipolar.
My boss is
not only absurd; he is a worthy inept.
My boss is
not only awkward; he is a rigorous incapable.
My boss is
not only contradictory; he is a hard illogical.
My boss is
not only silly; is a crude simpleton.
My boss is
not only liar; he is a strict fraud.
My boss is
not only geek; he is a serious clown.
They say
that nature is perfect; my boss is the living proof that this is not true.
10 de março de 2013
Preocupa-me o estado da nação... | I am concerned about the state of the nation...
...e nem sequer é pelo
crescente e assustador número de desempregados, pelo constante incremento do
défice orçamental, pelo ainda relevante número de analfabetos, ou porque cada
vez mais estamos na rota de desastres naturais.
Preocupo-me quando
vejo uma notícia que fala de uma menina de 11 anos a dormir ao relento à porta
do Pavilhão Atlântico há pelo menos 2 dias, outra de 15 anos que já ostenta 6
tatuagens no corpo por referência ao ídolo, e uma criança de 6 anos que chora
como se não houvesse amanhã. Tudo por causa do concerto de Justin Bieber no
nosso país.
Senhores pais e mães de
crianças / adolescentes / jovens, o que me preocupa é a vossa autêntica desresponsabilização
na educação daqueles que virão a ser os nossos profissionais de futuro, quem
sabe governantes. Se não sabem mais, instruam-se!
...and it isn't even because of the growing and scary number of unemployers, the constant increase in the budget deficit, the still relevant number of illiterates, or because we are more and more on the route of natural disasters.
I worry when I watch a news story that speaks about an 11 year old girl who is sleeping under dew outside Pavilhão Atlântico for at least 2 days, another 15 year-old girl that already displays six tattoos on her body referring to her idol, and a 6 year-old crying as if there was no tomorrow. All because of Justin Bieber's concert in our country.
Dear dads and mums of children / teenagers / young peoplo, what worries me is your genuine freeing from responsibility when educating those who will be our future professionals, who knows rulers. If you do not know more, educate yourself!
Este post tem bolinha vermelha no canto superior direito | This post has a red dot in the upper right
| «Ufa, a água está p'ó frescote!» «Uff, the water is nipping!» |
| «Já chega de ir buscar o pau.» «Enough fetching the stick.» |
| «Tanta água, e nada para beber!» «So much water, and nothing to drink!» |
| «Eu gosto muito de brincar, mã, mas já não sou um jovenzinho.» «I love to play, mum, but I'm no longer a young man.« |
| «Oh, afinal acho que vou ali brincar.» «Oh, it looks like I'm going to play over there.» |
| «Olá, estranho!» «Hello, stranger!» |
| «Eh pah, que brincadeira é essa?» «Hey you, what game is this?» |
| «Não gosto dessas tendências...» «I don't like those trends...» |
| «Ainda agora nos conhecemos...» «We've just met...» |
| «Ah, é isso? Ok, ok, há sempre uma primeira vez!» «Oh, that's it? Ok, ok, there's always a first!» |
| «Pronto, já chega. És apegado como as gajas...» «Ok, that's enough. You're needy like chicks...» |
E no final, nem trocaram números de telefone!!!
At the end, they didn't even exchange phone numbers!!!
9 de março de 2013
Eu ou um velho apeadeiro | Me or an old halt
Acordei hoje com uma enorme sensação de impotência. Há dias assim! Os cheiros, as cores, as texturas, os sabores… Tudo parecia tão enraizado, tão impossível de ser transformado. Nem tentei lutar contra o improvável. Saí!
O cabelo desgrenhado caía desajeitadamente sobre os ombros. As roupas velhas tresandavam a mofo. Aos sapatos gastos não era oferecido qualquer atrito pelas pedras da calçada. Passo após passo, conduzida pelo instinto, fui seguindo na direcção das respostas às minhas perguntas. Não posso afirmar tê-las encontrado, mas quando reparei naquela estação velha, a perder o estatuto para um simples apeadeiro, uma força estranha impeliu-me a descobrir-lhe o interior.
Lá dentro vi velhos que esperavam o fim dos seus dias. Sentados, conversavam sobre tudo e sobre nada. Riam em atitude despreocupada, pois estes vivem já com o descrédito no dia de amanhã. Já não acreditam que um dia melhor virá! Consegui ver para lá do que me foi permitido ver. Cada ruga fazia-me adivinhar o peso do mundo carregado para lá do olhar. Não evitei que uma ou duas lágrimas caíssem.
Saí daquela sala de espera feia, escura e com cheiro impregnado de urina, para vir descobrir os trilhos gastos. Os bancos de madeira estavam velhos e pouco seguros. Ainda assim não hesitei em ocupar o único que estava vazio. Antes de me sentar raspei um fósforo na parede até que este incendiasse de amarelo-fogo. Este foi um gesto demorado. Só depois percebi porquê: as paredes estavam cobertas com azulejos que mostravam costumes de antigamente. Por uns segundos desejei ter vivido nos dias de ontem. Os de hoje são demasiado ingratos. Infelizes as gerações vindouras…
Acendi o cigarro, olhei à minha volta, e detive o olhar num casal de adolescentes que namorava às escondidas, atrás de uma carruagem ferrugenta e abandonada. Não impedi que uma gargalhada cúmplice fosse solta dos meus lábios em direcção aos seus ouvidos. Aperceberam-se da presença de olhares alheios e correram de mãos dadas.
Sentei-me. Não tardou que aparecesse um comboio velho que transportava pessoas velhas. Detive-me naquele lugar todo o dia. Vi o comboio transportar a mesma carruagem inúmeras vezes. Durante tantas horas, o comboio percorreu o mesmo trilho, como se não pudesse mudar a sua rota.
Então levantei-me e caminhei em direcção a casa. Havia encontrado possíveis respostas:
* Os velhos personificam o meu ego naqueles dias em que só me apetece desaparecer, nos dias em que até respirar é um exercício pesado, nos dias em que grito aos 4 ventos que não desejo mais viver.
* Os azulejos pintam a enorme vontade que me inunda mais vezes do que seria de desejar de voltar ao passado e lá viver; é o mais inconsciente desejo de voltar à infância quando tudo era tão simples como contas de somar 2 + 2 = 4.
* O casal apaixonado é um retrato do meu imo naqueles dias em que me encontro em inexplicável êxtase. Sou eu com uma enorme vontade de virar os meus dias ao contrário e viver a vida dos que sorriem.
* O comboio foi a imagem que me tirou do estado de inércia: aquela carruagem sou eu, insistindo trilhar os mesmos caminhos, desiludindo-me quando não encontro algo de novo. Mas esta carruagem pode ainda decidir mudar de rota!
Agora percebo: tenho de me libertar das cordas que me detêm na busca do sorriso perdido. Tenho de seguir uma estrada diferente da que piso…
Today I woke up with an overwhelming sense of powerlessness. There are days like this! The odors, the colors, the textures, the flavors… Everything seemed so rooted, so impossible of being transformed. I didn’t even bother to fight against the improbable. I went out!
The shaggy hair fell awkwardly on my shoulders. The old clothes stank of mold. The worn shoes were not offered any friction by the paving stones. Step by step, driven by the instinct, I went straight to the answers of my questions. I cannot claim to have found them, but when I noticed that old train station, loosing status to a simple halt, a strange strength impelled me to discover its inner.
Inside I say old people waiting for the end of his days. Seated, they talk about everything and about nothing at all. They laugh with a carefree attitude, because they already live with disrepute on tomorrows. They don’t believe anymore that a better day will come! I managed to see beyond what I was allowed to see. Each wrinkle made me guess the weight of the world loaded beyond their look. I did not that I avoid one or two tears from falling.
I left that ugly, dark space, impregnated with the smell of urine, to come discover the shabby rails. The wooden benches were old and unsafe. Even so I did not hesitate to occupy the one that was empty. Before sitting down, I scraped a match on the wall until it burned down in yellow-fire. This was a slow act. I only understood why then: the walls were covered with tiles depicting ancient costumes. For a while I wished I had lived in the days of yesterday. Those of today are too ungrateful. Unfortunate are the future generations…
I lit a cigarette, looked around, and stopped to stare a couple of teenagers who was secretly dating behind a rusty and abandoned chariot. I did not stop an accomplice laughter leaving my lips towards their ears. They became aware of the presence of unfamiliar looks and ran hand in hand.
I sat. It didn’t take long to appear an old train carrying old people. I stood there all day. I saw the train carrying that same carriage numerous times. The train travelled the same path during lots of hours, as if it could not change his route.
Then I got up and walked towards home. I may have found possible answers:
* The old people personify my ego on those days when I just want to disappear, on the days when even breathing is a heavy exercise, the days I scream I do not wish to live anymore.
* The tiles paint the urge need that floods me more times than I would want to, to go back and live in the past; it is the most unconscious desire to return to my childhood, when everything was as simple as two plus two equals four.
* The couple in love is a picture of my inner self on those days when I find myself in an unspeakable ecstasy. It is me with a huge desire to turn my days around and live the life of the ones that smile.
* The train was the picture that got me out of a state of inertia: that carriage is me, insisting on treading the same paths, disillusioning myself when I don’t find something new. But this carriage can still decide to change the route!
I understand now: I have to get rid of the strings that hold my search for the lost smile. I have to follow a different road from the one I step on…
Rafa e Sebastião ou Um Perfeito Serão de Sexta-Feira | Rafa and Sebastião or A Perfect Friday Soirée
Às vezes penso que devia apostar mais na vida social, sair
mais, divertir-me mais, estar com amigos, jantar fora, ir ao cinema,
aculturar-me, curtir a minha juventude tardia. Mas depois olho para eles e
penso «haverá melhor programa?».
Sometimes I
think that I should have a more intense social life, go out more often, I should
enjoy myself more, have friends around, dinner out, go to the movies,
acculturate me, enjoy my late youth. But then I look at them and I wonder «is
there a better program?».
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| [TGI Friday, they say.] Rafa e Sebastião enquanto fingem que não são sociopatas. Rafa and Sebastião pretending they're not sociopaths. |
8 de março de 2013
Este post não é sobre o Dia da Mulher | This post isn't about Women's Day
Às filhas que a Natureza me arrancou do ventre, às minhas futuras filhas, à minha mãe, à minha segunda mãe, à minha liiiiiiiiiiiiinda sobrinha e afilhada, às minhas avós, à minha madrinha, às minhas tias, às minhas primas, às primas das minhas primas, às minhas cunhadas, às potenciais noras, quem sabe às minhas netas, às minhas amigas, às amigas das minhas amigas, às bloggers por esse mundo fora, às mulheres que encontrei e de quem gostei, às outras que me foram indiferentes, e mesmo àquelas que me foram amargas: não tenho vontade de vos desejar um feliz Dia da Mulher. Queria antes lembrar que somos nós o engenho da humanidade, e que por isso merecemos os 365 dias de calendário.
To the daughters that Nature pulled out of my womb, my future daughters, my mother, my second mother, my beautiful niece and goddaughter, my grandmothers, my godmother, my aunts, my female cousins, the female cousins of my cousins, to my sisters-in-law, to the potential daughters-in-law, who knows to my own granddaughters, my female friends, the female friends of my friends, to the female bloggers of the world, to the women I once knew and whom I liked, to the ones that were indifferent to me, and even the ones that were bitter to me: I don’t feel like wishing you a happy Women’s Day. Instead, I’d like to remember that we are the humanity resourcefulness and, because of that, we deserve the 365 days of the calendar.
7 de março de 2013
Ficcionismo Pessoano | Pessoan Fictionism
Se Pessoa tivesse um blog chamar-se-ia «Eu nos outros» ou «Os outros em mim». O blog teria como temas a vida, o amor e a ventura, e o seu principal seguidor seria Mário de Sá-Carneiro. Almada Negreiros abriria uma conta no GMail só para o poder comentar. Ofeliazinha lê-lo-ia enamorada, encontrando em cada palavra o conforto emocional que apagasse o ímpeto insaciável com que ele a deixaria em encontros pessoais.
Se Pessoa tivesse um blog escreveria sobre como os astros comandavam a sua vida e atrasar-se-ia na resposta aos comentários. Convidaria Alexander Search para traduzir as suas postagens em Inglês. Álvaro de Campos seria activo postador para preencher os dias vazios de emprego, e escreveria sobre o opiário oriental. Teria mulheres histéricas como comentadoras, e sentir-se-ia enlouquecido de prazer. Ricardo Reis aceitaria ser intruso no blog, e enviaria sobretudo crónicas do Brasil, e exercícios de auto-conhecimento e estoicismo. Caeiro, homem simples e de pouca instrução, teria dificuldades em criar o seu perfil no blogger, e apareceria apenas de quando em vez, nos dias em que o frio o impedisse de sair com o rebanho. Bernardo Soares seria também desafiado a ser membro, e após meses de pragmatismo renunciante, aceitaria com algo a acrescentar. Escreveria fragmentos quotidianos, e eu ansiaria pelos dias em que decidisse brindar-me com a sua presença. Clarinha pediria a Pessoa que digitalizasse os seus desenhos de flores, e Ivo Vieira seria activo homossexual em referências fálicas. Érica Carina, eterna antítese deste último, apareceria uma só vez para nos oferecer a sua morada e seus préstimos, e Aurélio dos Anjos viria dar conselhos sobre a intolerância à lactose e a demolha de bacalhau.
Se Pessoa tivesse um blog sentar-se-ia com o seu notepad à mesa d’A Brasileira, e dactilografaria com a mão direita, enquanto a esquerda ergueria o chapéu em jeito de cumprimento às transeuntes apressadas. Olhá-lo-íamos em desdém, fraca figura de estranheza, ignorando a inquestionável genialidade que haveria de oferecer à humanidade.
Se Pessoa tivesse um blog o seu arquivo chamar-se-ia “A Arca”, e a sua última postagem diria apenas «I know not what tomorrow will bring».
If Pessoa had a blog it would be called «Me in the others» or «The others in me». The themes of the blog would be life, love and chance, and his main follower would be Mário de Sá-Carneiro. Almada Negreiros would open a GMail account just to be able to comment. Ofeliazinha would read it in love, finding in each word the emotional comfort to erase the insatiable urge which was left in her after personal encounters.
If Pessoa had a blog he would write about how stars would impel his life, and he would be late answering to its comments. He would invite Alexander Search to translate his posts in English. Álvaro de Campos would be active playwright, so he could fill in his days without a job, and he would write mainly about his trip to orient. He would have hysterical women commenting, and he’d feel mad with pleasure. Ricardo Reis would accept to be an intruder in the blog, and he would mainly send chronics from Brazil, and exercises of self-knowledge and stoicism. Caeiro, a simple man with little education, would find it difficult creating a blogger profile, and would only show up from time to time, in the days when cold prevented him from leaving with the flock. Bernardo Soares would also be challenged to become a member, and after months of resigning pragmatism, would accept with something else to offer. He would write fragments of his daily life, and I’d long for the days in which he’d offer me the pleasure of his presence. Clarinha would request that Pessoa digitalized her flower draws, and Ivo Vieira would be active making phallic references. Érica Carina, eternal antithesis of the latter, would only show up once to offer us her address and her subservience, and Aurélio dos Anjos would come to give advices about lactose intolerance and cod soaking.
If Pessoa had a blog he would seat with his notepad on a table in A Brasileira and type with his right hand, while the left would lift his hat greeting the passersby. We would look at him with disdain, given his weak figure of strangeness, ignoring the unquestionable geniality he would offer humanity.
If Pessoa had a blog his archive would be called “The Ark”, and his last post would only say «I know not what tomorrow will bring».
6 de março de 2013
Aquele momento (2) | That moment #2
* Translation:
That moment when we
feel like calling our boss ignoble because his interpretation of a clean desk
assumes the impossibility of having a pencil case on the top of it.
5 de março de 2013
Hoje, para algo completamente diferente... | Today, for something completely different...
…gostava de receber e não dar. O quê? Desafio cada um dos que lerem este pequeno post a deixar uma sugestão de um blog simpático, com conteúdo, de gente que tem realmente algo para oferecer à blogosfera, alguém que veio dar um bom acrescento aos nossos / vossos dias. Em 21 dias de retorno a este pequenino grupo de janelas já descobri muitas páginas interessantes, já li pessoas muito peculiares, já ri e senti arrepios. Mas tenho ânsia de descobrir mais. Já aqui perguntei quem vos inspira; por ora gostava de saber quem vocês “devoram”.
…I’d like to receive instead of giving. What am I talking about? I challenge each reader of this little post to give me a suggestion of a nice blog, with content, of someone that really has something to offer the blogosphere, someone that came to add something to our / your days. 21 days after returning to this little group of windows I’ve already found a bunch of interesting pages, I’ve read very peculiar people, I’ve laughed and shivered. But I’m thirst for discovering more. I’ve already asked who inspires you; right now I’d like to know who you “engulf”.
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